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Justiça 2019 08-02-2019
Fotografia Megaprocessos de enorme impacto mediático marcam o ano de 2019 no setor da Justiça. Políticos, banqueiros e clubes desportivos estão no centro de alguns dos casos que mais tinta têm feito correr e que, ao longo deste ano, vão continuar a marcar a agenda.
Já a nível político, com juízes, magistrados do Ministério Público e oficiais de justiça a discordarem das propostas para a reforma dos respetivos estatutos, o ano, que será marcado por eleições legislativas, promete não ser pacífico.
Da Operação Marquês, passando pelos processos que envolvem o colapso do universo Espírito Santo e o caso roubo de armas em Tancos até ao e-Toupeira, que envolve a SAD do Benfica, ou a invasão da Academia Sporting de Alcochete, muito estará em jogo, neste período em que a procuradora-geral da República, Lucília Gago, cumprirá um primeiro ano de mandato carregado de desafios à frente do Ministério Público.
Até final do ano, sobre o mais mediático dos casos, a Operação Marquês, que envolve um ex-primeiro-ministro, José Sócrates, o seu amigo e empresário Carlos Santos Silva, o ex-ministro Armando Vara, o banqueiro Ricardo Salgado ou ex-gestores como Zeinal Bava e Henrique Granadeiro, deverá ficar a saber-se se os 28 arguidos irão ou não ser julgados.
Nas mãos do juiz Ivo Rosa, responsável pela fase de instrução, estará a decisão, mas também o fardo pesado de analisar mais de 50 mil páginas e 13,5 milhões de ficheiros informáticos.
No plano da criminalidade económica, o caso que levou à queda do maior banco privado português, o BES, bem como do universo empresarial associado à família Espírito Santo, vai continuar a ser alvo de investigação em 2019. Trata-se de um processo ainda sem fim à vista. ...In Anuário 2019
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